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Rio + 20...duas visões e uma visão do Planeta Água

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A Conferência Rio + 20 foi encerrada no fim de semana passado e com o seu final vimos versões distintas dos seus resultados: uns que avaliam que ela foi um completo fracasso e outros que compreendem que dentro dos atuais limites históricos ela representou um avanço. Aqui trago duas visões sobre isso (ambas extraídas do sítio Carta Maior ) e ainda um vídeo do Grupo Acorde, de seu espetáculo de quinta passada, no momento em que o grupo - atento a esse debate - fez uma comovente interpretação da linda música "Planeta Água", de Guilherme Arantes, uma ode ambientalista, cantada (e ovacionada) em um festival de música, em 1980. Leiam os textos e vejam o vídeo (não necessariamente nesta ordem). Abraços a todos "RIO +20: A CONFERÊNCIA QUE NÃO ACONTECEU... Francisco Carlos Teixeira Rio de Janeiro - Aterro do Flamengo, Pavilhão dos Povos do Mundo, Rio - Ao longo desta quinta-feira, dia 21/06/2012, quando se esperava uma intervenção mais firme e objetiva de chefes de estad...

Castelo de Engady: cenas do próximo capítulo

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Quem entra na internet e digitar "Castelo de Engady", encontrará algumas páginas que falam de um castelo que não existe mais. Numa delas, encontramos uma descrição segundo a qual ele está "assentado sobre um rochedo tendo sua estrutura composta de pátios, terraços, peitoris, balcões, guaritas, torres, pontes, escadas, batentes, poços, tanques, fortificações, ameias, salas, dormitórios, capela, dependências de serviços domésticos, vigias, muralhas e portões. O mobiliário foi adquirido nas fazendas, propriedades e sítios da região. As peças chegaram ali por meio de compra, troca ou oferta. Seu acervo é composto de velhas arcas, velhos armários, baús, bancos, oratórios, pilões, rústicas camas, cadeiras, tripeças e largadas peças de engenho, de casas de farinha e de vapores de algodão. O castelo é decorado com quadros de representação clássica com emblemas, estandartes, espadas, lanças, carrancas, correntões, peças bíblicas e religiosas, objetos de boiadeiros e vestígios d...

RAPadura: é doce mas não é mole...

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Olá pessoas, Meus filhos sempre me trazem novidades que me encantam, sem corujices. A mais recente foi meu Cauê, apresentando-me ao rapper cearense Rapadura Xique-Chico ...coisa boa...que compartilho com todos aqui: uma entrevista feita com ele e um clip que dá uma ideia do trabalho do cara e que ao ouvir não tive como não me lembrar de meu querido poeta Gilmar Leite. Essa postagem é dedicada a ele. Abraços a todos e todas. Fiquem com RAPdura:

Ela Domina...por Rubens Lemos Filho

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Assisti, na segunda pela manhã, no Bom Dia Brasil, pedaços da entrevista (exclusiva) da moça do Tribunal de Justiça do RN envolvida no "Escândalo dos Precatórios". Como disse, só vi pedaços da entrevista e fiquei boquiaberto com a "desenvoltura" dela ao falar de tanta porcanalharia que ela (e os supostos juízes envolvidos) faziam...Me pareceu alguém ensimesmada, engolida pela própria petulância...me assustei...e hoje à tarde, em um consultório médico, tive a oportunidade de ler texto escrito pelo jornalista Rubens Lemos Filho, que retratou com precisão o que eu senti ao ver aqueles "pedaços" sujos de arrogância. Não pedi autorização a ele para isso, mas ele publicou originalmente no seu blog , dia 14 de maio. Veja aqui trecho da entrevista: "DOMINAR E MULTIPLICAR, por Rubens Lemos Filho, em 14.05.2012 Se você deixar, ela domina. Faz questão de dominar e pronto. Dominou. Pelo olhar, pelas palavras, pela arrogância, pela eloquência impulsiv...

A Universidade dos Pés-Descalços

Li, por acaso, que em Rajasthan, na Índia, desenvolve-se uma experiência pedagógica extraordinária. Uma escola onde mulheres e homens do meio rural - muitos deles analfabetos - aprendem a tornarem-se engenheiros solares, artesãos, dentistas e médicos nas suas próprias aldeias. Chama-se Universidade dos Pés-Descalços (não...não foi batizada pelo Collor...rs), e no vídeo cujo atalho indico ao final desta postagem, o seu fundador, Bunker Roy, explica como funciona. Trata-se de uma proposta a ser pensada como matriz fundante de novos modos de se instituir os processos de ensino e aprendizagem. Uma proposta à luz da qual alguns paradigmas pedagógicos hoje hegemônicos nas mentalidades de muitos professores e intelectuais, que desconsideram os saberes da tradição e enaltecem o formalismo oco de nossas estruturas acadêmicas, caem por terra. http://www.ted.com/talks/lang/pt/bunker_roy.html#.Tty9NE-cDhE.facebook

Pesquisador que só "Lattes" não "morde", por Thiago Rocha

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Recebi o texto abaixo por mensagem eletrônica e achei muito interessante o posicionamento do autor dado que ele expressa uma opinião não majoritária em muitos programas de pós-graduação, abrigo de muitos professores que pensam a ciência mais como exercício da própria vaidade, do que como parte de um processo formativo mais amplo, que articula o ensino e a extensão e se joga ao mundo. Muitos desses, de forma velada, sugerem que o ensino na graduação é "menor" que o ensino na pós-graduação. E a extensão é coisa para "ativistas" ou para quem gosta de "trabalhar com pobre" e a esses não cabe lugar no Olimpo dos PHDEUSES... Por isso que, de quando em vez, na rotina de reuniões das instâncias acadêmicas, presenciamos a defesa de que esses "professores pesquisadores" (sim, normalmente, se introduz o adjetivo para enfatizar essa qualidade diferenciada) sejam cada vez mais desobrigados com outras atividades acadêmicas e se dediquem apenas à pesquisa, q...

Cinemas de rua: realidade ou ficção? Por Raquel Rolnik

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Abaixo reproduzo artigo da profa. Raquel Rolnik, urbanista renomada, referente aos chamados "cinemas de rua". Ela comenta sobre o problema da capital onde ela vive - São Paulo - mas aqui em Natal, existem os mesmos órfãos (como eu). No meu caso, ainda pude frequentar as salas que sobreviveram à crise dos cinemas da década de 1980: pude sentar nas cadeiras do Cine Nordeste (cuja fachada foi destruída pela loja que hoje ocupa o seu lugar) e o Cine Rio Grande (hoje, ocupado por uma Igreja Evangélica), bem como o que restou dele, o Cine Rio Verde. Está mais do que na hora dos cinéfilos locais se organizarem para tematizar isso nessa eleição municipal que se aproxima. Abraços a todos. Fiquem com o artigo de Raquel. "Se você detesta a ideia de precisar ir a um shopping center para ver um filme e morre de saudade dos cinemas de rua, saiba duas coisas: 1. Há milhares de pessoas como você, portanto, não se ache um louco solitário saudosista; 2. Há movimentos fortes em vária...