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Acertar o sapato no Bush

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Olá pessoal, Junto-me aos nossos amigos de fé, irmãos camaradas, que tentaram - mas infelizmente não conseguiram - acertar uma sapatada no Bush. (para ver as cenas reais, acesse http://br.youtube.com/watch?v=ovoTgUCf7_E) Quem quiser tentar, é só acessar o linque abaixo: http://charges.uol.com.br/game_ver.php?game_pk=37

Quando começou nosso erro? texto de Leonardo Boff

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Negada... O cara aí (Leonardo Boff) é um dos maiores representantes da Teologia da Libertação. Simplesmente sentou na mesma cadeira de Galileu Galilei para encarar o Santo Ofício, quando este era dirigido pelo então Cardeal Ratzinger (atual Papa Bento XVI). Escreveu coisas que a Santa Madre Igreja não aprovou e, por isso, foi obrigado a ficar em Silêncio Obsequioso. Fui ver a palestra e, ao seu modo "franciscano", foi simples e direto: mensagens sobre o reconhecimento que precisamos ter de que moramos (todos) na mesma casa (o planeta Terra) é ao mesmo tempo, uma percepção simples e grandiosa de nossas tarefas como moradores daqui. Cuidar de nossa Mãe-Terra, como extensão de um auto-cuidado; consumir de forma equilibrada, como forma de, ao mesmo tempo, reduzir o desperdício e inibir a superprodução de lixo; proteger a natureza e os animais, como extensão de nossa própria proteção...Enfim...o artigo abaixo (postado junto com a divulgação da palestra de ontem) vai ficar aí...Out...

Da série "lê poesia quem quer, escreve quem tem coragem"

CORAÇÃO ROUBADO (Aos que tiveram corações roubados, devolvidos, extraviados, traficados, surrados, batidos, apalpados, guardados, incertos, presos, soltos, acordados, dormidos, perdidos, encontrados, emprestados, dados, vendidos...) Me dá meu coração de volta. Me dá o que você tomou de mim. Devolva minha vida e minha morte, O meu lado bom, meu lado ruim. Me dá seu coração de volta. Me dá o que eu tomei de si. Devolva seu azar e sua sorte, Seu brado bom, molhado, sim. Me dá minha cor e ação de volta. Me dá, que você tornou a mim. Devolva som e silêncio início, meio e fim.

Um poemeu amoroso...

Aqui vai mais um poemeu (quadrinhas ingênuas) que cometi em nome da loucura e da liberdade que só os poetas têm e a poesia proporciona. Quem não suportar ler até o fim pode fechar a página...A poesia também permite isso...rs... O meu amor agora. O meu amor é meu. O meu amor amora. Amor amante amanheceu. O meu amor é vento. Amor (é)ventual. O meu amor elemento. Amor débil mental. O meu amor devora o meu amor que é seu. O seu amor senhora Do meu amor morfeu. O meu amor tolera O meu amor errante. Amor que quebra, requebra, Um grande amor mutante. O meu amor à dois O meu amor à três, Amor que não se expôs, Amor que já se fez. O meu amor afoito. O meu amor nasceu. Amor de setemeses. O meu amor sofreu. O meu amor sozinho Amor multidão Um meu amor anônimo Aberto e em construção. O meu amor perdido O meu amor achado O meu amor ferido O meu amor soldado. O meu amor veneno. O meu amor morreu. Amor suicida. O meu amor Romeu. O meu amor poc...

Não diga bobagem, Fernando Henrique.

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Gilson Caroni Filho é colunista da Carta Maior e publicou recentemente um artigo sobre os últimos comentários do Sr. FHC sobre a forma com o Governo Lula está se conduzindo frente à crise econômica que atravessa a rua de nossa casa...Reproduzu-o aqui. Abraços, "A psiquiatria define obsessão como idéias ou imagens que ocorrem repetidamente e parecem estar fora de controle. A compulsão surge, então, para aliviar a angústia que essas idéias e imagens provocam. As últimas críticas de Fernando Henrique Cardoso ao presidente Lula estão inseridas em recorrentes esforços de apagar e reescrever a triste história dos seus dois mandatos sucessivos. Ao aproveitar um encontro com prefeitos eleitos pelo PSDB paulista para atacar o atual governo, FHC comporta-se como uma pessoa que apresenta duas ou mais personalidades, sendo que a função de uma delas é dissimular seu verdadeiro estado, escondendo-se do mundo exterior, de sua própria realidade. Curiosamente, parece viver somente agora o...

A CRISE DA EXTREMA ESQUERDA

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Emir Sader é um dos mais lúcidos analistas políticos que conheço. Semana passada em seu blog ele publicou um artigo de conteúdo provocador. A pouca repercussão que teve, de certa forma, confirma algumas das teses que ele mesmo apresenta em seu argumento. Boa semana a todos e todas. "Os resultados das eleições municipais vieram corroborar o que o cenário político nacional já permitia ver: o esgotamento do impulso da extrema esquerda, que tinha sido relançada no começo do governo Lula. A votação em torno de 1% de dois dos seus três parlamentares, candidatos a prefeito em São Paulo e no Rio de Janeiro, com votações significativamente menores do que as que tiveram como candidatos a deputados, sem falar na diferença colossal em relação à candidata à presidência, apenas dois anos antes – são a expressão eleitoral, quantitativa, que se estendeu por praticamente todo o país, do esgotamento prematuro de um projeto que se iniciou com uma lógica clara, mas esbarrou cedo em limitaçõe...

Opinião: Porque o império dos EUA tolerou a eleição de um afro-americano

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Reproduzo aqui um artigo do Dennis de Oliveira, jornalista e professor da Escola de Comunicações e Artes da USP, publicado na Revista Fórum, cujo teor assimila de uma forma muito lúcida a vitória de Barak Obama nas últimas eleições americanas. "Nunca uma eleição estadunidense repercutiu tanto na opinião pública como a recente que levou à presidência o afro-americano Barack Obama. Mereceu até caderno especial Mais da Folha de S. Paulo (em 09/11) em que um dos artigos afirma taxativamente que Obama não é negro, é “mestiço”. Não foi o que se viu na campanha ultraconservadora dos republicanos, desesperados ante a derrota fragorosa que se avizinhava às vésperas do pleito. Há também entusiasmos exagerados do outro lado. Alguns militantes do movimento negro brasileiro chegaram a dizer que a eleição de Obama demonstrava que nos EUA há mais “tolerância racial” que no Brasil. A eleição de um operário metalúrgico no Brasil não significa que aqui as relações de classe são mais “igualitárias”...